SARAU LIBERTÁRIO
QUESTIONÁRIO DE APRESENTAÇÃO
Nome:
Adolpho José Machado (Adolpho J. Machado)
Data do Aniversário:
19/05/29
Cidade onde mora:
São Paulo - Capital
Onde nasceu:
Ibitinga - SP
E-mail:
machadoaj@yahoo.com.br
Site:
http://geocities.yahoo.com.br/majoemachado/
O que escreve?
Poesias e prosas.
Já publicou livros?
Ainda não mas estou pensando seriamente em tentar, para muito breve.
Qual livro mais gostou de ler:
Durante os últimos 50 anos dediquei-me quase exclusivamente à bibliografia espírita, destacando Kardec e obras psicografadas, na sua maioria por Chico Xavier. Deixei de lado outras leituras, mais por falta de tempo, aprofundando-me no estudo da Doutrina Espírita.
O que espera deste grupo?
Tratando-se de uma re-edição do questionário original quando da minha entrada no grupo, posso dizer que não espero mas sim, consegui absolutamente tudo o que esperei como participante: As amizades, o entendimento, a humildade e o companheirismo indispensáveis à harmonia que deve prevalecer numa agregação como esta.
Fale um pouco sobre você:
Após os meus estudos, que não ultrapassaram ao que hoje se denomina segundo grau, em parte já como adulto, dadas as dificuldades da época, iniciei e completei, como gerente de agência, uma carreira bancária que envolveu os 20 primeiros anos de trabalho; Posteriormente trabalhei em algumas empresas, sempre em setores financeiros, durante os restantes 28 anos de atividade. Hoje estou aposentado.
UMA DAS OBRAS DO AUTOR:
"O amor é grande mas cabe no breve espaço de beijar"
O Beijar no Espaço e no Tempo...
Assim como os abraços
E, nesses breves segundos
Amor que surge nos espaços
Nem quem é poeta descreve
(Primeiro lugar no “Desafio” do vivapoesiaviva, maio/2003
DE:
ADOLPHO JOSÉ MACHADO
Adotei o espiritismo como religião.
Torna-se-me bastante difícil destacar uma obra dentre todas as que conheço nos seus variados tipos de literatura, entretanto, por adorar poesias, gostei muito da obra psicografada pelo Chico e que foi o primeiro livro que li quando no inicio de minha aceitação da Doutrina; Trata-se da obra "Parnaso de Além Túmulo" com poesias de uns 50 poetas entre brasileiros e portugueses, na maioria muito conhecidos na terra.
Não tenho mais irmãos; Eles não se casaram e por conseguinte, também não tenho sobrinhos.
Assumi o lugar de caçula com a morte de uma irmã ainda bebê. Agora, a partir do ano 2000, com a morte de uma irmã mais velha fiquei só e incumbido de trancar a porteira, quando partir em viagem de volta ao lar de cima.
Casei-me pela primeira vez aos 25 anos com Alice. Dessa união vieram meus filhos: Adolpho José Junior, Ana Laura e Amauri Manuel (por esta ordem, 48, 45 e 42 anos).
Após enviuvar (eita palavrinha chata), unímo-nos então em segundas núpcias eu e Maria José (Majô). Deste consórcio que completou 19 anos em março/004, não temos filhos em comum. Entretanto, somamos cinco filhos, seis netos, todos homens e uma sobrinha neta que veio preencher a lacuna como única "netinha" e muito querida; Claro!
Posso afirmar que acertei na loteria por duas vezes: Fui e continuo sendo feliz nessas duas uniões!
Sou calmo e procuro sempre resolver conflitos com muita compreensão e paciência. Foi assim que minha avó paterna, a única que cheguei a conhecer e com quem convivi por quase 40 anos, ultrapassou a marca dos noventa anos de idade entre nós.
Sempre gostei de leitura, desde a mais tenra infância; Aos seis anos, por conta própria e com alguma ajuda dos pais, aprendi a ler e escrever. Minha primeira "cartilha" foi o jornal "Diário de São Paulo".
Sempre senti uma atração muito forte pela poesia, acima de tudo!
Escrevinhava algumas poesias em cidade do interior, onde residi na juventude, tendo publicado algumas em jornais locais.
Não é muito mas, creio que escrevi o suficiente para me fazer conhecer pelos queridos companheiros deste sarau.
Drumond
Adolpho J. Machado
13/05/003-19,20 h
envolvem corpos de amantes,
o beijar exibe os traços
da alma naquele instante!
em que a alma se avizinha,
todo o espaço que ha no mundo,
ela preenche sozinha!
entre os beijos e os abraços,
não conta o tempo a passar.
o tempo que a alma teve,
no sublime ato de amar!