HISTÓRIA DOS CRISTAIS
Os cristais fazem parte da herança cultural da humanidade. Encontramos referências a eles nos monumentos pré-históricos dos Incas e dos Faraós.
Fonte:
Os astrólogos, videntes, magos, numerologistas e outros sábios da antigüidade se interessavam muito pelos cristais e sua influência sobre os homens.
Infelizmente, muitas de suas descobertas não chegaram até nós. Mas sabemos que as crianças, por exemplo, eram protegidas contra a maldade do mundo por cristais escolhidos de acordo com o signo do zodíaco ou a data do nascimento.
Entre os maometanos, a cada pessoa está associado um cristal. Ainda hoje, muitas pessoas acreditam que o homem começou a usar jóias devido aos seus poderes mágicos, e não apenas como adorno. Os antigos acreditavam que os cristais tinham poderes místicos e estranhos, e que podiam trazer saúde e felicidade a seus possuidores.
Uma crença muito comum daquele tempo é a de que os cristais possuem vida própria, estão sujeitos à velhice, às doenças e à morte. Também se acreditava que o uso de cristais como talismãs e amuletos aumentava a atração pessoal.
Uma das lendas dizia que certos cristais são afetados pela saúde e pelos pensamentos de seu dono, e que quando um indivíduo está apara morrer suas pedras perdem o brilho e ficam mais escuras. Os antigos acreditavam que o uso de um cristal colocava o indivíduo em ressonância com um determinado planeta ou número. Eles chegavam a acreditar que os cristais tinham sentimentos e podiam perceber o bem e o mal.
O uso de cristais por curandeiros e feiticeiros data de épocas bem remotas.
A ciência da numerologia era muito adiantada na Babilônia e na Assíria, e os numerologistas usavam vários cristais. A cor da pedra determinava a sua aplicação.
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